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Palavras são armas

“a luta de classes é a mãe de todas as lutas”

Palavras são armas

“a luta de classes é a mãe de todas as lutas”

O povo não esquece quem os defende

Evo Morales de volta à Bolívia foi acolhido em triunfo. Os media rasteiros classificam deste modo o herói. Aos meios de comunicação já não há quarentena que os salve, felizmente que as redes sociais os desmascaram, mesmo assim continuam a mentir para agradar a quem os sustem.

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(Como jornalismo as linhas que acompanham a fotografia para mascarar a verdade são inqualificáveis)

A mesma pista pela qual teve que deixar o seu país para salvar a vida, ficou assim um ano depois. Vários meios de comunicação que então cobriram os acontecimentos, hoje estão em silêncio. Existem os “invisíveis” que venceram um golpe com votos.

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A surfista abraça a vaga

A onda popular era enorme, o Povo grego desalojava o neoliberalismo do Poder elegendo o candidato do Syriza, Tsipras, o tal da esquerda radical. Uma vez eleito, o Tsi consulta o povo sobre medidas a tomar e, resposta obtida, faz PRECISAMENTE o contrário do que lhe foi proposto. A miséria sobe em flecha na Grécia e a direita recupera o Poder.

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Va lá mais um abração!...

E o abraço tesoura de Marisa foi para o Moedas, neoliberal confesso com provas dadas.

E Marisa surfou este vagalhão: O Moedas iniciou a sua carreira no grupo Suez Lyonnaise des Eaux em França, símbolo de corrupção, onde trabalhou 5 anos. Mais tarde na Goldman Sachs, por onde passa toda a escória neoliberal, vendeu os seus serviços. Bons serviços prestados, sobe a secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro Passos Coelho, e sempre a subir eleva-se a Comissário Europeu com a pasta da Investigação, Ciência e Inovação.

O Moedão encontra-se agora como Administrador na Gulbenkian de 2020-2025.

UM ABRAÇO NUNCA SE ESQUECE!

 

Esperança

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Se ouvir o discurso do vice-Presidente da Bolívia, David Choquehuanca: "sabemos que unidos valemos más" recuperará a confiança na humanidade tão abalada pelos bárbaros do Norte.

Um livro ao domingo

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O fim do sonho americano: “Obama foi a coqueluche da Europa, mas não dos Estados Unidos”. O sonho americano não foi mais que um “slogan vazio e sem sentido”? É em todo caso, o que afirma Michel Floquet, autor de “Triste América”, obra em que descreve um país “incapaz de se reinventar”. O ex-correspondente da TF1 em Washington explica, por exemplo, que a eleição de Barack Obama foi um “grande mal-entendido”. Segundo ele, nos dois mandatos do presidente americano, a condição dos negros «piorou» e «Obama não mudou nada».

As notícias que nos escondem

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Ler aqui

No canto inferior direito de uma página impar, localização gráfica menos visível, a notícia surge com o menosprezo devido a tudo o que não tem significado nem sentido.

Trata-se no entanto de um exaustivo contributo para minorar um mal que assola o país, nada mais que isso. O jornal não ignora a proposta do PCP, mas esconde-a no vão-de-escada do seu grafismo. A Festa do Avante! antes de se realizar, não depois, foi um enorme festival de anti-PCP.

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Luis Cernuda às Brigadas Internacionais

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Luis Cernuda às Brigadas Internacionais

 

Obrigado, companheiros, obrigado

pelo exemplo.

Obrigado por que me dizes

que o homem é nobre.

Pouco importa que tão poucos o sejam:

Um, um somente, basta

como testemunho irrefutável

de toda a nobreza humana.

 

Luis Cernuda

Luis Cernuda a las Brigadas Internacionales

"Gracias, compañero, gracias
por el ejemplo.
Gracias por que me dices
que el hombre es noble.
Nada importa que tan pocos lo sean:
Uno, uno tan sólo basta
como testigo irrefutable
de toda la nobleza humana."

Para que "serve" estado de emergência ?

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, defendeu hoje que os problemas causados pela covid-19 não se resolvem com "limitação de direitos" ou "criação de climas de medo" e questionou para que serve o estado de emergência.

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05/11/20  Lusa

"Para quê o estado de emergência", quando o que o país tem é "um problema nos lares", sendo "preciso identificar o caminho da infeção", inquiriu o líder do PCP, ao discursar num debate sobre cultura e património promovido pelo partido em Évora.

Jerónimo de Sousa disse querer saber "o que é que o estado de emergência vai fazer em relação a este problema".

"As escolas hoje têm problemas com falta de professores, falta de assistentes operacionais", acrescentou, insistindo em afirmar que não compreende para que é "que o estado de emergência serve" e como é que "servirá para resolver este problema".

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, propôs hoje ao parlamento a declaração do estado de emergência em Portugal entre 09 e 23 de novembro para permitir medidas de contenção da covid-19.

O projeto seguiu hoje para a Assembleia da República, onde será votado na sexta-feira às 16:00.

Ao intervir no debate em Évora, Jerónimo de Sousa avisou que, para o PCP, "esta epidemia coloca problemas sanitários, económicos e sociais", os quais "não são resolvidos pela limitação de direitos e a criação de climas de medo".

"Por estes dias, a pretexto da subida de casos de pessoas infetadas, novamente se levantaram as vozes dos que reclamam mais restrições às liberdades, mais cortes de direitos e mesmo medidas mais musculadas", disse.

Um posicionamento que, continuou, significa trocar "a pedagogia pela via repressiva, estando para isso em preparação a declaração do Estado de Emergência".

"O Governo anunciou já um conjunto de medidas que se afiguram desproporcionais e para além do estritamente necessário no combate de saúde pública contra a epidemia e prepara-se para as agravar", disse.

Tal como já tinha feito num comício em Alhos Vedros, no concelho da Moita (Setúbal), no domingo, para criticar as "medidas musculadas" do Governo contra a covid-19, o líder do PCP voltou a aludir ao que se passou sexta-feira nas principais saídas da cidade de Lisboa, incluindo as pontes sobre o Tejo.

"Lembram-se" das "filas de 17 quilómetros, com quatro horas à espera, as pessoas dentro dos carros, com crianças, muitas vezes", perguntou, insistindo na dúvida: Como é que estas medidas "mais musculadas" contribuem "para resolver o problema da epidemia?".

Face à pandemia de covid-19, "o que se impõe é reforçar o Serviço Nacional de Saúde (SNS), assegurar a proteção individual, fazer a pedagogia da proteção", contrapôs Jerónimo de Sousa.

É necessário ainda "dinamizar as atividades económicas, sociais, culturais, desportivas, exercer os direitos políticos e sociais e combater o medo e os seus propagandistas", defendeu.

"Aquilo que é essencial é que sejam adotadas as medidas necessárias e adequadas a enfrentar os problemas, incluindo os de saúde pública, porque não basta invocar a gravidade da situação, como o Governo faz, é preciso fazer corresponder as palavras aos atos", sustentou.

Para o secretário-geral comunista, "a prioridade no combate à covid-19" tem de ser o reforço do SNS, através de medidas como "o recrutamento urgente dos profissionais em falta" ou "o aumento do número de camas hospitalares".

"Opções políticas que deviam estar espelhadas no Orçamento do Estado para 2021", mas que "não estão", criticou, acusando o Governo de preferir "atender ao défice das contas públicas em vez de às necessidades dos trabalhadores e do povo"

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