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Palavras são armas

“a luta de classes é a mãe de todas as lutas”

Palavras são armas

“a luta de classes é a mãe de todas as lutas”

Eles estavam cá... de máscara!

Mascarados de “democratas”, escondendo a mão estendida dentro do punho cerrado, de cravo vermelho na mão ou na lapela, mas nunca no coração, sempre cá estiveram. Democraticamente foram ratando a Constituição, ‘A Bem da Nação’, ocultaram-se por detrás do socialismo-democrático e em prol da liberdade combatiam os que desde sempre a defenderam. Chegaram a se apresentar como social-democratas até dizer Chega.

O vírus do fascismo tirou a máscara, os media promovem-no sob a capa da liberdade de informação, o grande capital – proprietários dos meios de comunicação - presta-lhe todo o apoio financeiro e, a ralé nojenta e velhaca rasteja sem pudor pelas piores esterqueiras na esperança de uma côdea mastigada ou um vómito.

Nós sabemos de o que são capazes, tanto se lhes faz torturar até à morte num aeroporto como por uma ideia que não lhes agrade.

ELES ESTÃO CÁ!

REFORÇADA A MINHA DECISÃO DE VOTAR EM JOÃO FERREIRA - Alfredo Barroso

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REFORÇADA A MINHA DECISÃO DE VOTAR EM JOÃO FERREIRA, AO ASSISTIR ÀS ENTREVISTAS A ELE (NA RTP) E A ANA GOMES (NA TVI)

 Alfredo Barroso

- declara Alfredo Barroso

O senhorito João Adelino Faria, dando total transparência àquilo que pensa, fez a triste figura de 'chico esperto' ao entrevistar na RTP-1 (14/12/2020), com uma estúpida agressividade, o candidato a PR João Ferreira, apoiado pelo PCP, seja interrompendo-o constantemente, seja querendo à viva força que ele se limitasse a responder-lhe "sim ou não" ou "é branco ou é preto" - em vão! Porque João Ferreira é um político sólido, bem preparado, com ideias claras sobre o papel que um Presidente da República deve desempenhar, respeitando os limites dos poderes que a Lei Fundamental lhe atribui, embora tendo sempre presente o juramento que, nos termos da Constituição da República, tem de fazer o Presidente quando toma posse perante a Assembleia da República: «Juro por minha honra desempenhar fielmente as funções em que fico investido e defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa»!

 

Não, eu não sou, nunca fui nem serei comunista, mas acho que o PCP e os comunistas em geral, nomeadamente através dos sindicatos de trabalhadores dos diferentes sectores de actividade, têm sido e devem continuar a ser um contraponto necessário, indispensável mesmo, ao poder político, numa democracia plena, pluralista e pluripartidária. Daí que eu ache que - na ausência, lamentável, de um candidato credível apoiado pelo PS (que não é de modo algum o caso da politicamente estouvada e contraditória Ana Gomes) - é preciso defender e reforçar o papel do PCP na nossa democracia.

Ainda no mesmo dia da entrevista a João Ferreira, fui ver e ouvir a entrevista a Ana Gomes na TVI (bem conduzida, com serenidade e inteligência, por Miguel Sousa Tavares) e foi facílimo perceber quão irresponsável seria, da minha parte (fui o chefe da Casa Civil de Mário Soares durante 10-anos-10), dar o meu voto a uma ex-militante do PCTP/MRPP, e 'cristã nova' recebida no PS por Ferro Rodrigues, e que é uma política bastante imatura, a rondar populismo, a demagogia e mesmo a histeria. A quantidade de 'trambolhões' que ela foi dando na entrevista a MST na TVI foram devastadores.

 

Por outro lado, também não gosto do partido de esquerda imaturo e oportunista em que se transformou o BE (para minha surpresa, que sou ingénuo e o apoiei durante vários anos), que parece praticar a política tal como o faz Marcelo PR, ou seja, tomando a vida política como um 'recreio' em que todo o tipo de 'brincadeiras' e 'patifarias' (políticas) são permitidas...

Vou votar - digo e repito - no candidato João Ferreira e incito todos os socialistas genuinamente descontentes a fazerem o mesmo que eu!

Campo d' Ourique, 15 de Dezembro de 202

 

As pérolas dos porcos

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Agora que os privados rastejando imploram ao Estado que os salve da ruina procurei, sem dificuldade, as pérolas que em público bolsaram:

Dos jornais:

"Gorduras do Estado são um porco alentejano, têm gordura a dar com pau!"

“Gorduras do Estado não baixaram durante os anos da troika”

«"Gorduras" do Estado sem cortes durante o resgate da troika.»

“O desafio é de cortar ainda mais, significativamente, a despesa pública, mas isso terá que ser feito a pensar no modelo de organização do Estado, num debate sério”.  Hélder Rosalino, Lusa 29-10-2012

Menos Estado, melhor Estado:

No setor privado, a definição ou limitação das grelhas salariais devem continuar a ser decididas no seio de cada empresa.

Sempre defendi que ao Estado deve caber o papel regulador e não interventor, dando liberdade à iniciativa privada para, de uma forma controlada e rigorosa, desenvolver a sua atividade.

Esse é o Estado que a iniciativa privada – empresas e empresários – deseja. Mas esse não é o Estado que temos. Temos um Estado que teima em se meter em assuntos que não lhe devem dizer respeito.
Menos Estado, melhor Estado - DV - Dinheiro Vivo

Menos Estado, melhor Estado. No setor privado, a definição ou limitação das grelhas salariais devem continuar a ser decididas no seio de cada ... 26/01/2019

Citado por Menos Estado melhor Estado - DN - Diário de Notícias de JC Caeiro · ‎2014

Menos Estado melhor Estado será, decerto, uma das fórmulas que Vítor Gaspar vai aplicar nas finanças públicas. Defensor do mercado livre, . 20/06/2011


Menos Estado. Melhor Estado? - Opinião - Jornal de Negócios

CIP pede «menos Estado e melhor Estado» - TSF

www.tsf.pt › economia › cip-pede-menos-estado-e-mel...

A CIP pediu aos técnicos da troika para que haja «menos Estado e melhor Estado» em Portugal.  20/04/2011

 

Roubaram-nos as empresas estratégicas, sofremos e continuamos a penar a pandemia do neoliberalismo aguerrido e sem máscara que rejeita a única vacina que nos tornará imunes a essa praga: O Socialismo.

 

"Um livro ao domingo" UM APARTAMENTO EM ATENAS

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UM APARTAMENTO EM ATENAS

Glenway Wescott

Tal como em O Falcão Peregrino (que Susan Sontag descreveu, no The New Yorker, como «um dos tesouros do século XX»), Um Apartamento em Atenas desenvolve-se em torno de três personagens.


Nesta história sobre um casal grego que vive em Atenas ocupada por nazis e obrigado a partilhar a sua casa com um oficial alemão, Wescott encena um perturbador drama de adaptação e rejeição, resistência e compulsão.
Um Apartamento em Atenas retrata os efeitos de uma guerra na vida quotidiana. Trata-se de uma invulgar história de luta espiritual, em que o triunfo e a derrota dificilmente se distinguem.

«Um bom estudo sobre a humilhação e a dignidade, e o seu desenlace em tragédia e numa solução desesperada(…). O carácter moderado, a ausência de exageros e a serenidade são admiráveis como o ideal grego que refletem e honram. Nesta obra reside a dignidade de um estilo no qual nada é excessivo nem insuficiente.» Eudora Welty

Clique para ler as primeiras páginas

 

Tradução: José Miguel Silva
EAN: 9789727089994
Data de Publicação: 2008­­
Nº de Páginas: 232
Formato: 15,3 x 23,3 cms
Acabamento: Capa Mole
Peso: 352 gr

 

 

 

Cuba, o caminho da vacina solidária

PRIMEIRA PÁGINA DO JORNAL SUIÇO:

(DU VENDREDI 11 AU DIMANCHE 13 DÉCEMBRE 2020)

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«Poucas vítimas, médicos um pouco por todo o planeta e a esperança de uma vacina local segura e acessível para os países de fracos recursos.»

«Un pays exemplaire dans la lutte contre le Covid-19.»

««De retour de la perle des Caraïbes, Franco Cavalli, président de l’ONG mediCuba Europe, ne tarit pas d’éloges. Si Cuba subit une dure crise économique sous l’effet conjoint de la pandémie et de l’embargo étasunien, l’oncologue tessinois, ancien conseiller national socialiste, salue l’effort national pour ne laisser personne sur le bord du chemin. Les chiffres de l’Organisation mondiale de la santé (OMS) corroborent le constat.

 «Cuba compte cinquante fois moins de morts que la Suisse, et plus de cent fois moins que la Belgique», relève le fondateur de l’ONG de soutien au système médical cubain.

Ainsi, durant ces dix derniers mois, le pays a dénombré quelque 8900 infections et seulement 136 décès pour une population d’environ 12 millions de personnes, dont 15% de personnes âgées. Cela représente un impact de 1,2 mort pour 100 000 habitants, alors que l’un de ses voisins, la République dominicaine, qui compte trois fois moins d’aînés, dépasse les 22 décès pour 100 000 habitants. Au cours de la même période, la Suisse atteint le chiffre de 65,7, la France, de 84,1 et la Belgique 153,1 victimes.»

 

 

 

Almada - Na Academia Almadense Exposição Centenário do PCP

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Almada - Na Academia Almadense
Exposição Centenário do PCP

No próximo dia 4 de dezembro, pelas 18 horas, com a presença de Jerónimo Sousa, Secretário Geral do Partido Comunista Português, na Academia Almadense, é inaugurada a exposição como tema «Centenário do PCP».

A exposição vai estar patente ao público na Academia Almadense, na Rua Capitão Leitão, em Almada, entre 4 e 15 de dezembro, podendo ser visitada, de segunda a sexta feira, entre as 15h30 e as 20 horas; aos fins de semana das 9h30 às 12h30.

A inauguração da exposição, no dia 4 de dezembro, pelas 18 horas, conta com a presença de Jerónimo Sousa, Secretário Geral do Partido Comunista Português.

A mostra está patente na Academia Almadense (rua Capitão Leitão) até à próxima terça-feira, 15, de segunda a sexta-feira, entre as 15h30 e as 20h00, e ao fim-de-semana, entre as 9h30 e as 12h00.

Na inauguração, Jerónimo de Sousa convidou os presentes a «conhecer» o Partido e «o seu percurso de 100 anos de vida e luta ao serviço dos trabalhadores, do povo e da pátria, pela democracia e o socialismo» e «a passar palavra, informar, esclarecer, combater preconceitos, calúnias e mentiras» que «os centros ideológicos do grande capital todos os dias dirigem contra o PCP».

Apelou, também, à mobilização de «muitos outros democratas e patriotas» para uma visita àquela mostra e à participação nas muitas iniciativas que integram as comemorações do centenário do PCP, desde logo o lançamento, no próximo mês de Janeiro, do livro «100 anos de luta ao serviço do povo e da pátria pela democracia e o socialismo», à participação nos debates, encontros e muitas outras iniciativas com que o Partido comemora os 100 anos da sua intervenção «a construir futuro – um futuro liberto da exploração do homem pelo homem, realizando as aspirações e o sonho milenar de todos os explorados e oprimidos».

Ainda sobre as comemorações do PCP, «que em 100 anos de intervenção nunca virou a cara à luta pela superação dos problemas, pela conquista da liberdade, pela democracia e o socialismo, no fundo, os três grandes valores que dão corpo ao nosso projecto de futuro», o Secretário-geral comunista frisou: «cá estamos» para «lembrar que este Partido, criado a 6 de Março de 1921, foi obra da classe operária portuguesa, sob o impacto internacional da Revolução de Outubro». Ao longo destes 100 anos, «não há nenhuma transformação social, nenhum avanço ou conquista dos trabalhadores e do povo português a que não esteja directa ou indirectamente associada a iniciativa, a luta, a acção e a intervenção do PCP», acrescentou.

Olhar para o futuro

A exposição inaugurada, «mais do que do passado, fala e mostra o futuro, dá notícia dos valores que são a essência de uma acção, de uma concepção e de um projecto que responde aos interesses fundamentais e às aspirações mais profundas da classe operária e de todos os trabalhadores, dos pequenos e médios agricultores, dos intelectuais e quadros técnicos, dos micro, pequenos e médios empresários, da juventude, das mulheres, dos reformados, dos idosos, das pessoas com deficiência, de todos os homens e mulheres progressistas», reforçou Jerónimo de Sousa.

O momento contou com a presença, entre outros, de José Capucho e Margarida Botelho, dos organismos executivos do Partido.

Mostra amplamente documentada e ilustrada

A exposição arranca com a «Formação do PCP», que «não foi fruto do acaso» e resulta «de uma necessidade objectiva em consequência do desenvolvimento do proletariado português, do amadurecimento da sua experiência e consciência social e política e da sua luta, sendo também expressão da projecção que a Revolução de Outubro teve em Portugal».

«Partido da classe operária e da resistência», «Um grande Partido nacional», «Sempre na vanguarda da luta», «As forças revolucionárias abalam o regime», «Rumo à Vitória», «Revolução de Abril», «O PCP e a Revolução», «Contra-revolução, ofensiva e resistência», «Em defesa das conquistas de Abril», «Reafirmação do ideal e do projecto comunista», «Resistência e luta pela soberania nacional e pelos direitos dos trabalhadores», «Luta, confiança, um PCP mais forte», «Contra a política dos PEC e do pacto de agressão», «Defesa, reposição e conquista de direitos na luta pela alternativa», são outros dos temas abordados.

«No horizonte da evolução social está o comunismo, sonho milenar da humanidade progressista, sociedade sem classes, sociedade da abundância, de igualdade social, de liberdade e cultura para todos, de iniciativa e criatividade colectiva e individual, sociedade de trabalhadores livres e conscientes, na qual o trabalho será não apenas uma fonte de riqueza mas uma actividade criadora e uma fonte de alegria, de liberdade e valorização pessoal e na qual a paz, a saúde, a cultura, o repouso, o recreio, um meio ambiente equilibrado, a acção colectiva e o valor do indivíduo serão componentes da felicidade humana», citação retirada do Programa do PCP – Uma Democracia Avançada, os valores de Abril no futuro de Portugal», aprovado no XIX Congresso do PCP.

Materiais com história

O visitante pode ainda conhecer documentos e objectos históricos, que marcam a vida do Partido. Em diversas vitrines estão patentes números do jornal Avante! e da revista O Militante, editados clandestinamente, com um copiógrafo manual e um rolo de tinta, utilizados para os fazer. Expostos estão, também, um conjunto de emblemas, pins e os «canhotos» de entradas permanentes (EP) para a Festa do Avante!, verdadeiras obras de arte. Motivo de grande interesse são também alguns exemplares de boletins de célula de empresas, como O Faísca e A Pirite, e para dois quadros, carregados de enorme beleza e significado, das células de trabalhadores do PCP nos estaleiros navais da Parry& Son e do Arsenal do Alfeite. Numa sala de cinema improvisada foi exibido um documentário sobre o centenário do PCP, o mesmo que fora transmitido no XXI Congresso, realizado uma semana antes em Loures. Trata-se de um bem documentado (e emocionante) testemunho de um século de luta e resistência, sempre ao lado dos trabalhadores e do povo, pela democracia e o socialismo.

Pode ainda adquirir canecas, fitas de pescoço, canetas, cadernos, caixas de música com A Internacional e camisolas, entre outros materiais.

Jerónimo de Sousa valoriza
«grande êxito» do Congresso

Sobre o XXI Congresso que o PCP realizou nos dias 27, 28 e 29 de Novembro, em Loures, sob o lema «Organizar, lutar, avançar – Democracia e Socialismo», o Secretário-geral do PCP afirmou que «foi uma poderosa demonstração de unidade, coragem, combatividade, determinação e confiança na acção transformadora dos que, como o PCP, lutam por melhores condições de vida, por um Portugal desenvolvido, soberano e de progresso social».

«Valorizando o Congresso como notável realização deste grande colectivo partidário, cá estamos como sempre, reforçando a nossa organização, não para nos voltarmos para dentro, como alguns pretendiam, mas para, mais fortes, determinados e confiantes, pelo grande êxito deste Congresso, darmos corpo à luta de todos os dias no combate à exploração, pela defesa dos direitos dos trabalhadores e do povo, para tornar a vida melhor», destacou Jerónimo de Sousa, apelando aos «democratas e patriotas» que convirjam com o PCP na luta e, em unidade com o Partido, «ajudem a construir um Portugal com futuro».

Reivindicações concretas

De seguida, avançou com «reivindicações concretas», nomeadamente o aumento geral dos salários – incluindo o aumento do salário mínimo nacional para os 850 euros – e a revogação das normas gravosas da legislação laboral. Nas suas palavras, também não foram esquecidos os micro, pequenos e médios empresários – incluindo naturalmente os da área da restauração que, em muitos casos, se vêm hoje confrontados com a ruína – e os profissionais das artes e da cultura, «afogados num mar de problemas e a viver uma situação dramática».

Defender o investimento público, os serviços públicos e as funções sociais do Estado, «travando o combate em defesa e pelo reforço do Serviço Nacional de Saúde», tal como o PCP fez no âmbito do Orçamento do Estado para 2021, foram outras das prioridades avançadas, a par da dinamização de uma forte campanha para as eleições presidenciais em torno da candidatura de João Ferreira.

Comício em Março de 2021
terá um grande significado político

No âmbito das comemorações que se vão desenvolver até 2022, terá ainda lugar um vasto conjunto de iniciativas, nomeadamente um comício no próximo ano, a 6 de Março, no Campo Pequeno, em Lisboa, no dia do centenário do PCP. «Comício de grande significado político na afirmação do ideal e do projecto comunista, na valorização dos 100 anos de vida e luta do PCP, no alargamento do seu prestígio e influência política e social e no reforço da sua organização e intervenção na actualidade e projecção no futuro», mas também «na defesa e conquista de direitos, na luta pela ruptura com a política de direita e por uma alternativa patriótica e de esquerda, parte integrante de uma democracia avançada vinculada aos valores de Abril, na luta de sempre pelos seus objectivos supremos, o socialismo e o comunismo», adiantou Jerónimo de Sousa.

 

Os “Penedos” vão de cana

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Há cerca de onze anos que este processo se arrasta e em que o crime organizado é protegido por uma justiça complacente.

O Tribunal de Aveiro emitiu mandados de detenção para os arguidos José Penedos, Paulo Penedos e Paiva Nunes cumprirem a pena a que foram condenados no processo Face Oculta, e onde José Sócrates aparece sempre como a cereja no bolo.

  • José Penedos, presidente da REN, ex-secretário de Estado da Defesa e da Energia (PS), ex-administrador da EDP e da Galp. Condenado por crime de tráfico de influências a cinco anos de prisão efetiva. Em dezembro de 2020, perante o mandado de detenção, invocou razões de saúde para não cumprir a pena.

(- Em liberdade tem menos acesso aos cuidados de saúde, digo eu.)

  • Paulo Penedos, advogado, ex-dirigente do PS e filho de José Penedos, que segundo o Ministério Público usou a influência do pai "no sentido de favorecimento das empresas de Manuel Godinho". Condenado por um crime de tráfico de influências a quatro anos de prisão efetiva. Decidiu entregar-se voluntariamente no Estabelecimento Prisional de Coimbra para cumprir a pena a que foi condenado.

Domingos Paiva Nunes, administrador multimilionário da EDP Imobiliária e Participações, primo de José Sócrates, é condenado a 5 anos de prisão.

A comunicação dita social e conivente, oculta além do mais, os milhões que estes crápulas nos extorquiram.

China "Sol artificial"

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China põe em ação reator que gera um “sol artificial” na Terra

O reator usa um poderoso campo magnético para fundir plasma de hidrogénio que pode atingir temperaturas de mais de 150 milhões de graus Celsius.

A China ligou com sucesso o seu reator de fusão nuclear, um “sol artificial” na Terra, informou a imprensa local, citada pelo portal phys.org, marcando um grande avanço nas capacidades da energia nuclear do país. O reator HL-2M Tokamak é o maior e mais avançado dispositivo de investigação experimental de fusão nuclear do país e os cientistas esperam que o dispositivo possa desbloquear uma poderosa fonte de energia limpa.

O reator usa um poderoso campo magnético para dirigir e levar à fusão de plasma de hidrogénio e pode atingir temperaturas de mais de 150 milhões de graus Celsius – aproximadamente dez vezes mais quente que o centro do sol –, de acordo com o People’s Daily.

Localizado no sudoeste da província de Sichuan e concluído no final do ano passado, o reator costuma ser chamado de “sol artificial” devido ao enorme calor e energia que produz. “O desenvolvimento da energia de fusão nuclear não é apenas uma maneira de resolver as necessidades estratégicas de energia da China, mas também tem grande significado para o futuro desenvolvimento sustentável da energia e da economia nacional da China”, refere o People’s Daily.

 

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