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Palavras são armas

“a luta de classes é a mãe de todas as lutas”

Palavras são armas

“a luta de classes é a mãe de todas as lutas”

Ianquilândia: ainda a procissão vai no adro

 

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A violência armada deixa 400 mortos nos 4 primeiros dias de 2022

Os dados fornecidos pela organização [ver mais aqui »» Gun Violence Archive mostram também que os norte-americanos foram vítimas de nove tiroteios maciços, numerosos homicídios e suicídios, assim como assassinatos, nestes primeiros quatro dias de 2022.

O FBI, estima que se venderam 17 milhões de armas desde janeiro de 2021 até novembro do mesmo ano.

A violência armada nos Estados Unidos é um problema social crónico que parece não ter solução.

Terrorismo de Estado e a “Comunidade Internacional”

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Sob o criminoso silêncio conivente da comunidade internacional, os nazissionistas demoliram um Centro de Saúde que prestava atendimento a 20.000 pessoas em Jabal al-MukaberA na ocupada Jerusalém Oriental.

Sem aviso prévio, as escavadoras chegaram de manhã com forças de segurança isolaram a área em redor do centro de saúde onde estavam a ser atendidos doentes palestinos.

Os militares Zionistas continuam a demolir casas e propriedades palestinas na Cisjordânia.

Tal nã tá a molenga!...

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Os media, força determinante no “esclarecimento” dos eleitores, insistem na trapaça, eles sabem o que fazem e a favor de quem, impingindo-nos as duas caras da mesma política e alternâncias já tristemente vividas.

A escolha que os portugueses vão fazer no dia 30 de janeiro (quer votem ou não) NÃO É, para 1º ministro. É, sim, a eleição de deputados. É a escolha dos concidadãos do seu distrito que o vão representar na Assembleia da República. Já todos sabemos que o partido mais votado pode não ser o que forma governo. mas os media fingem ignorar esta verdade elementar.

Saiu-lhes o tiro pela culatra

O vencedora do Prémio Nobel da Paz atacou a desinformação dos monopólios de tecnologia

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A jornalista filipina Maria Ressa, foi presa por criticar o presidente filipino Rodrigo Duterte e, dado que Duterte andava de candeias às avessas com USAmericanos, foi contemplada com o Prémio Nobel da Paz.

Este ano, a entrega do Prémio Nobel da Paz passou despercebida porque a galardoada Maria Ressa, lançou uma crítica violenta perante a família real em Oslo quando da entrega do prémio.

Ressa criticou os grandes monopólios de tecnologia (Google, Amazon, Facebook, Apple, Microsoft). E disse:

“O seu poder quase divino permitiu que o vírus da mentira nos infetasse a todos, colocando-nos uns contra os outros, expondo os nossos medos, a nossa raiva, nosso ódio e abrindo o caminho para a ascensão de líderes e ditadores autoritários”, a jornalista criticou o domínio global dos grandes monopólios de tecnologia sobre a opinião pública.

O discurso de Ressa foi um contributo valioso num momento em que a maioria dos jornalistas se converteram em meros mercenários que escrevem o que lhes ditam.

Há poucos dias o Instagram, ou seja, o Facebook, censurou uma citação de Thomas Paine escrita em 1776. “Quem não ousa ofender não pode ser honesto.” Chamaram Paine de mentiroso e retiraram a frase da internet.

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