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Palavras são armas

“a luta de classes é a mãe de todas as lutas”

Palavras são armas

“a luta de classes é a mãe de todas as lutas”

PIEDADE SELETIVA

A destruição da Palestina é um espetáculo diário acompanhado de assassinatos e vexações constantes a um povo soberano, todos sabem que é assim, mas aceitam e não se condoem ao ver crianças presas em gaiolas ou assassinadas todos os dias, são imagens da barbárie, o quotidiano. É normal, a civilidade da dita sociedade civil é estreita e pouco recomendável.

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As boas almas à trela da comunicação dita social, não se enternecem com os crimes que diariamente são perpetrados na Palestina pelos nazissionistas e EUA, compreende-se: é um genocídio rotineiro e, além do mais as vitimas são árabes.

E este comportamento encontra-se em gente que vê todos estes crimes na televisão, acariciando o gato aninhado no colo.

Santo Silva e São Lucas

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Augusto Santos Silva responde a ameaças de Putin:

"Não amedrontam nem intimidam"

"No que diz respeito às ameaças da Rússia e do seu presidente Putin, em diferentes áreas (militar, de segurança, económica e também de abastecimento de energia) a resposta é muito simples: essas ameaças não nos amedrontam, nem intimidam.»

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São Lucas

«21 Quando o valente guarda, armado, a sua casa, em segurança está tudo quanto tem. 22 Mas, sobrevindo outro mais valente do que ele e vencendo-o, tira-lhe toda a armadura em que confiava e reparte os seus despojos.»

Crónica com final lúcido

Público 04/03/2022

A guerra ao PCP

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      Carmo Afonso

«Mas porque está a ser acusado o PCP?

O PCP está a ser acusado por não abdicar de posições que

defende há muitos anos e que se prendem com a atuação do

imperialismo americano e da NATO, de as relacionar com esta guerra estabelecendo um nexo de causalidade e de, é um bom exemplo, dizer “intervenção militar” em vez de invasão”. A facilidade com que se mudariam umas linhas nos comunicados e se passaria a agradar a este tribunal coletivo. Mas não, o PCP não está aqui para agradar a ninguém. Continua irredutível a dizer aquilo que entende e contido a não dizer aquilo que querem que diga.

Há quem ache esta característica um defeito. Não é. Chama-se consistência. E chama-se também coragem e cálculo político. O PCP sabia muito bem que se estava a posicionar de forma a expor-se ao que lhe aconteceu; uma avalanche rude deanticomunismo. Só isto já tem valor. Um partido que insiste naquilo em que acredita e que parece indiferente às reações imediatas que provoca. São as vantagens de se ter cem anos.»

Onde estavam os Hipócrates que andam a choramingar?

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A dramática situação social, económica e politica vivida atualmente na Ucrânia é indissociável dos acontecimentos que culminaram com um golpe de Estado, apoiado pelos EUA, EU e Nato, que conduziu ao poder forças de extrema-direita, abertamente neofascistas e xenófobas.Na sequência da onda de violência e instauração de um clima de intolerância e perseguição — de que é exemplo o massacre perpetrado na Casa dos Sindicatos de Odessa —, os últimos dias tem sido marcados pela intensificação da ação repressiva do regime da oligarquia ucraniana.A brutal campanha de repressão e perseguição levada a cabo pelas autoridades de Kiev contra várias forças políticas e
personalidades teve novos desenvolvimentos com desencadear de um processo de ilegalização do Partido Comunista da Ucrânia e com a aprovação, no passado dia 22 de Julho, da alteração do regulamento do Parlamento Ucraniano com vista a liquidação do grupo parlamentar deste partido.
Estas decisões das autoridades ucranianas atestam bem o carácter profundamente antidemocrático do poder instalado naquele pais.
A parda ação persecutória e intimidatória contra forças politicas, as autoridades de Kiev lançaram, sob a capa de uma operação antiterrorista, uma operação militar na região do
Donbass (distritos de Donestske Lugansk)que visa a eliminação ou rendição incondicional daqueles que não reconhecem o poder golpista.
Estas ações militares, com recurso a artilharia pesada e aviação de combate, tem provocado milhares de vítimas civis e dezenas de milhares de refugiados, assim como a destruição de cidades e aldeias e de infraestruturas básicas.


O desencadeamento de uma situação de guerra insere-se numa ação de confronto que ameaça a região e agrava a tensão internacional. A violência exercida pelo poder ilegítimo de Kiev, além do sofrimento que está a causar ao povo ucraniano, agrava ainda mais a situação económica da Ucrânia, a qual está a ser usada pelas autoridades de Kiev, com o apoio do FMI, dos EUA e da UE, para impor aos trabalhadores e ao povo ucraniano a liquidação de direitos sociais, de privatizações e de desregulação económica.

A gravidade da situação que se vive na Ucrânia não se compadece com caracterizações que branqueiem ou
ignorem o ascenso e papel de forças abertamente neonazis, a
natureza autoritária e repressiva do regime, o agravamento da escalada de violência e a deterioração das condições de vida do povo ucraniano, devendo ser firmemente condenada, pelo que a Assembleia da República, reunida a 25 de julho de 2014, delibera:

1. Solidarizar-se com as populações vitimas das brutais ações militares levadas a cabo pelas autoridades de Kiev na região do Donbass;
2.
Condenara perseguição e ataques que tem sido perpetrados pelo regime de Kiev contra diversas forças politicas e, em particular, a tentativa de ilegalização do Partido Comunista Ucraniano;
3.
Exigir ao Governo Português que tome uma atitude de condenação das ações militares levadas a cabo pelas autoridades ucranianas contra o seu próprio povo e das ações persecutórias contra diversas forças políticas.

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EM DIRECTO DO TÚMULO

30 VISÃO 11 de setembro de 2008

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NATO: da defesa à ameaça

O bservadores da política internacional reconhecem que o mundo está inquietante. O Afeganistão, em que a administração Bush envolveu a NATO – o que considerei um «precedente perigoso» –, está porventura pior do que antes. As forças armadas eram, então, compostas por americanos e ingleses. Hoje, a participação alargou-se, incluindo até um contingente português. No entanto, a situação militar, expulsos os talibans, não é melhor:

os talibans comandam uma guerrilha terrível; a Al Qaeda – e Bin Laden – não só sobreviveu como está mais forte, algures no seu santuário.

O Paquistão, depois da renúncia do Presidente Musharraf, está em risco de mergulhar no caos. E o pior é que dispõe, esse sim, da bomba atómica...

Para o Ocidente, a situação no Afeganistão é mais grave do que a no Iraque. Apesar de o Iraque estar praticamente destruído, dividido, a braços com uma guerrilha infi ndável, entre sunitas, xiitas e curdos, fustigado pelo terrorismo da Al Qaeda ou associados e tenha deixado de ser, por longos anos – o que é péssimo – um Estado laico e tampão relativamente ao Irão.

No Iraque estão hoje quase só militares americanos e mercenários, numa situação que lembra o Vietname. Mais tarde ou mais cedo, serão obrigados a retirar as suas tropas. Enquanto o desastre do Afeganistão/Paquistão está a corroer e a desacreditar a NATO – o que do meu ponto  de vista não tem grande importância, visto que hoje é uma organização que não faz sentido – e afectará gravemente os europeus, se os seus dirigentes não tiverem a coragem e a lucidez de retirarem de lá as suas tropas, quanto antes...

A NATO, QUE SE TORNOU um verdadeiro braço armado dos Estados Unidos, está a fazer também estragos noutras regiões do mundo. Refi ro-me ao Cáucaso, às zonas do Cáspio e do mar Negro e aos países limítrofes da Rússia Ocidental.

Estes quiseram logo entrar para a NATO, com a ilusão de que teriam mais garantias de segurança, sob o chapéu americano, do que na União Europeia... E a NATO, cercando a Rússia e instalando  na Polónia e na República Checa bases de mísseis, começa a ser uma ameaça para a Rússia, que a pode tornar agressiva. Um perigo!

O vice-presidente Dick Cheney, em fi m do mandato, fez uma recente visita, NATO: da defesa à ameaça altamente desestabilizadora, para dar, em nome da NATO, apoio à Geórgia. Mas, felizmente, fi cou tudo em retórica inconsequente.

Após a provocação do Presidente da Geórgia – e da guerra –, os russos reagiram e os europeus procuraram pacificar a situação. Ainda bem. Se a guerra não acabasse, os europeus seriam os primeiros a ser atingidos, com o corte do petróleo e do gás; e pior: entrariam numa fase com grandes riscos para a paz na Região. Putine não é Hitler e não ressuscitemos a «guerra fria»...

CHENEY FOI À UCRÂNIA, onde tentou também dividir os dirigentes políticos, estimulando a primeira-ministra, Iúlia Timoshenko, anti-russa, contra o Presidente, Victor Yushchenko, mais apaziguador. Tudo em nome da NATO. Isto é: a NATO, criada como organização defensiva, no início da  «guerra fria», está a tornar-se, por pressão dos neo-cons americanos, uma ameaça à paz. Cuidado União

Europeia! Moratinos, o ministro espanhol dos Estrangeiros, bem advertiu, numa entrevista ao El País: «A Rússia actual não é a soviética, mas também não é a de Ieltsin. Devemos evitar que nos imponha uma agenda do tempo da guerra fria.» E eu acrescento: não ameaçar a Rússia, negociar, com firmeza, com ela.

Enquanto isto, a ONU esteve estranhamente ausente e silenciosa. Que diferença entre este secretário-geral, Ban Ki-moon, um homem, até agora, apagado e quase invisível, mais burocrata do que político, e o seu antecessor, o saudoso, prudente e corajoso Kofi Annan... A ONU vai ter de se reestruturar e democratizar, após as eleições americanas, para desempenhar o seu tão decisivo papel na construção de uma nova ordem internacional e da paz, neste nosso  novo século tão conturbado.

 

Um nome e dois apelidos…

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«O PCP e a invasão da Ucrânia: isto dava um argumento…» Ana Sá Lopes

Sá Lopes, dois apelidos deste modo alinhados e pronunciados, podem qualificar, no mundo francofone, alguém do sexo feminino, e, porque não, a escriba que vende a sua prosa viscosa na newsletter@publico.

A Sá Lopes, do seu vão de escada, apraz-se em atirar lama de forma agressiva ou jocosa contra o PCP e os seus dirigentes tal como lhe impõe o império. A Sá Lopes diverte-se, Sá Lopes…

Os escribas de serviço, procuram por todos os meios, e têm muitos ao seu dispor, tornar o PCP seu bode-expiatório e sem olhar a meios, mandam às malvas os códigos de ética, princípios universais de civilidade para uma salutar convivência. Sá Lopes!

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